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    <title>Lotm Kernel</title>
    <link>https://kernel.lotmhub.com.br</link>
    <description>Notícias de tecnologia e programação feitas em Sinop, Mato Grosso: desenvolvimento de software, inteligência artificial, cloud, DevOps, segurança e o ecossistema tech do Nortão.</description>
    <language>pt-BR</language>
    <lastBuildDate>Wed, 04 Nov 2026 15:38:38 GMT</lastBuildDate>
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      <title>Falha crítica no kernel Linux permite atacar servidores antes de qualquer autenticação</title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:26:30 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>A CVE-2026-98432, com nota 9,8, está no tratamento de conexões TCP/IPv4 do kernel desde o Linux 4.4. A Anthropic demonstrou um exploit que obtém root em servidores com MPTCP.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Uma vulnerabilidade crítica no kernel Linux, catalogada como CVE-2026-98432, afeta o processo de abertura de conexões TCP sobre IPv4 e pode ser explorada remotamente antes que qualquer aplicação peça login. A falha recebeu nota 9,8 de 10 e pode vazar memória do kernel, travar o servidor ou permitir a execução de código.</p>
<p>O problema é uma condição de corrida do tipo use-after-free: durante o handshake, uma operação libera da memória as opções IPv4 da conexão enquanto outro núcleo do processador ainda as lê para montar a resposta. O defeito existe desde o Linux 4.4, o que amplia muito o número de sistemas potencialmente afetados, de servidores web e bancos de dados a nós de Kubernetes.</p>
<p>A Anthropic divulgou um exploit de pesquisa que executa comandos como root em servidores que aceitam conexões Multipath TCP (MPTCP). A equipe de segurança da linguagem Go alertou que programas em Go habilitam o MPTCP por padrão no Linux desde a versão 1.24 e que ataques semelhantes podem ser possíveis mesmo sem MPTCP. Até 2 de novembro, não havia registro de exploração fora do ambiente de pesquisa, e a falha não constava no catálogo de vulnerabilidades exploradas da CISA.</p>
<p>A correção já está no kernel oficial, e as distribuições estão levando o ajuste para seus pacotes. A Red Hat publicou um alerta de impacto crítico e correções para o RHEL. A recomendação é conferir o kernel em execução com o aviso da sua distribuição, instalar a versão corrigida e reiniciar o sistema. Atualizar a aplicação ou reconstruir a imagem de um container não resolve, porque os containers usam o kernel do servidor hospedeiro. Desativar o MPTCP também não substitui a atualização.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://radar.cloudflare.com/security/zero-wire/linux-ipv4-tcp-use-after-free" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Cloudflare Radar (Zero Wire)</a></p>]]></content:encoded>
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    <item>
      <title>xAI usa oito turbinas de avião convertidas para abastecer data center no Mississippi</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/xai-usa-oito-turbinas-de-aviao-convertidas-para-abastecer-data-center-no-mississippi</link>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:20:24 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Cloud &amp; DevOps</category>
      <description>A empresa de Elon Musk obteve licença estadual para as turbinas, mas ambientalistas contestam a autorização, que permite emitir mais poluentes.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, instalou oito turbinas de motores a jato convertidas para gerar energia para um de seus data centers no Mississippi, nos Estados Unidos. As turbinas têm licença estadual, mas a autorização permite um limite 25% maior de compostos orgânicos voláteis, um tipo de poluente.</p>
<p>Segundo o The New York Times, o Southern Environmental Law Center já contestou a decisão do estado. O grupo afirma que a xAI não garantiu que os equipamentos cumprem os limites para poluentes como o formaldeído e que subestimou as emissões previstas. A mesma entidade já havia processado a empresa por usar geradores a gás sem licença numa área com mais de 100 mil moradores.</p>
<p>As turbinas são adaptadas pela ProEnergy a partir de motores da General Electric usados em aviões da Boeing. Cada uma gera até 50 megawatts, energia suficiente para cerca de 15 mil casas.</p>
<p>A falta de energia é um dos maiores gargalos da corrida por data centers de IA. A xAI planeja multiplicar por sete sua capacidade até o fim de 2027, enquanto cresce nos EUA a resistência de moradores ao consumo de energia e água dessas instalações.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.tomshardware.com/tech-industry/data-centers/elon-musks-xai-installs-eight-converted-jet-engines-to-power-mississippi-data-center-permits-allow-25-percent-higher-limit-for-pollutants-concerns-raised-over-carbon-monoxide" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Tom&#39;s Hardware</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Falha nota 10 no Node-RED já é explorada para instalar bots e webshells</title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:20:24 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>A vulnerabilidade CVE-2026-58115 permite executar código sem login em instâncias expostas da ferramenta low-code, usada inclusive em equipamentos industriais.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Criminosos começaram a explorar uma vulnerabilidade crítica no Node-RED, ferramenta de programação low-code baseada em fluxos que roda no navegador e é usada em produtos de vários setores, incluindo equipamentos de automação industrial. O alerta é da empresa de inteligência de vulnerabilidades VulnCheck.</p>
<p>A falha, catalogada como CVE-2026-58115, recebeu nota máxima de gravidade, 10 de 10. Ela decorre da ausência de autenticação na interface HTTP, o que permite a um atacante remoto criar fluxos maliciosos e executar código no servidor com privilégios máximos. A Siemens revelou o problema em agosto, após encontrá-lo nos dispositivos SIMATIC IoT2050 Advanced, e a versão 4.3.4.1 deles já traz a correção.</p>
<p>A VulnCheck registrou a primeira exploração bem-sucedida em 30 de outubro, com a instalação de um bot para Linux. Até 1º de novembro, outros 15 ataques vindos do mesmo endereço entregaram novos payloads, incluindo webshells que mantêm o acesso aos servidores invadidos. Segundo a empresa, os criminosos varrem a internet atrás de instâncias sem autenticação e as atacam com uma única requisição.</p>
<p>A recomendação é verificar imediatamente se o Node-RED está acessível de fora da rede, ativar a autenticação de administrador e revisar os fluxos implantados em busca de nós de execução ou endpoints HTTP desconhecidos.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.cisoadvisor.com.br/node-red-falha-critica-e-explorada-para-implantar-payloads/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">CISO Advisor</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Apple alerta deputados e assessores alemães sobre ataques de spyware mercenário</title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:20:24 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Membros da comitiva do chanceler Friedrich Merz estão entre os alvos avisados pela Apple em 99 países. A agência alemã de segurança mandou trocar os aparelhos.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Vários parlamentares, assessores de ministérios e figuras públicas da Alemanha estão entre os usuários que receberam da Apple, na semana passada, notificações de que podem ter sido alvo de spyware. Segundo a empresa, os alertas foram enviados a pessoas em 99 países.</p>
<p>De acordo com a revista Der Spiegel, parte dos alvos integrava a delegação de funcionários, deputados e jornalistas que acompanhou o chanceler Friedrich Merz em viagem à Coreia do Sul, ao Japão e a Singapura. A deputada Franziska Brantner, colíder do Partido Verde, confirmou publicamente ter recebido o aviso.</p>
<p>A agência federal de segurança da informação, a BSI, enviou em menos de 24 horas uma carta orientando os alertados a considerar seus aparelhos infectados e substituí-los imediatamente. A agência diz não saber quantos dispositivos foram de fato comprometidos nem por que essas pessoas foram escolhidas.</p>
<p>Especialistas como pesquisadores do Citizen Lab afirmam que o caso mostra que a Europa vive uma epidemia de spyware mercenário, vendido por empresas privadas. As revelações surgem às vésperas de uma reunião do Processo Pall Mall, iniciativa de França e Reino Unido contra o abuso dessas ferramentas, marcada para 11 e 12 de novembro em Paris.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://therecord.media/german-officials-among-apple-spyware-warning-recipients" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">The Record</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Ataques hackers descongelam geladeiras de supermercados em vários países da Europa</title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:20:24 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Criminosos invadiram controladores de refrigeração Copeland XWEB com uma falha corrigida desde agosto. É a segunda onda de ataques, depois de casos na França.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova onda de ataques hackers atingiu os sistemas de refrigeração de supermercados e mercearias em vários países da Europa. Os invasores colocaram geladeiras e freezers em modo de degelo durante a madrugada, o que pode estragar os estoques. É a segunda onda em poucas semanas, depois de uma primeira série de casos na França.</p>
<p>No Reino Unido, três fornecedores de carne e um atacadista de frutas e verduras foram afetados. Segundo a associação do setor, os ataques exploraram controladores Copeland XWEB vulneráveis, que têm falhas graves de autenticação e permitem assumir o controle sem senha. A atualização que corrige o problema está disponível desde agosto.</p>
<p>O diretor de um dos atacadistas contou ter interrompido um ataque ao vivo, desconectando fisicamente uma geladeira da internet ao vê-la entrar em degelo. Nenhuma empresa britânica relatou perda de produtos, e ninguém assumiu a autoria dos ataques.</p>
<p>O centro nacional de cibersegurança britânico (NCSC) considerou o impacto nacional mínimo, mas criticou a falta de proteções básicas e disse ter se surpreendido com equipamentos desse tipo ainda expostos à internet em 2026. O caso reforça o risco de manter dispositivos industriais conectados sem atualização.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://therecord.media/british-businesses-caught-in-europe-wide-supermarket-fridge-attacks" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">The Record</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Hackers usam IA para automatizar invasões a escolas na África e na América Latina</title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:20:23 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>O Kaspersky descreve um dos primeiros ataques reais em que um modelo de IA conduziu a invasão: com a ferramenta CyberStrikeAI, os criminosos chegaram ao controle total da rede de instituições de ensino.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A equipe de inteligência de ameaças do Kaspersky identificou uma campanha contra instituições de ensino em países da África e da América Latina em que boa parte da invasão foi conduzida por inteligência artificial. Segundo a empresa, é uma das primeiras descrições públicas de um ataque real com um modelo de linguagem no comando da operação.</p>
<p>Os atacantes usaram o CyberStrikeAI, uma ferramenta de código aberto criada para testes de invasão. Nela, um modelo de IA instalado no servidor de controle planeja as ações, escolhe as ferramentas e gera os comandos, enquanto um programa implantado na máquina da vítima apenas os executa. O operador humano define o objetivo geral, e a IA decide os passos técnicos.</p>
<p>O acesso inicial foi manual, por meio de um servidor SQL Server comprometido. Depois de uma pausa de duas semanas, o agente de IA assumiu: garantiu a permanência no sistema em dois minutos, mapeou o domínio em cerca de cinco horas e, dias depois, espalhou-se pela rede, roubou credenciais e exportou bancos de dados em no máximo uma hora.</p>
<p>Para o Kaspersky, o caso mostra uma mudança no uso de IA por criminosos. Antes os modelos ajudavam em tarefas preparatórias, como escrever e-mails de phishing ou depurar código. Agora assumem a fase seguinte à invasão, que tradicionalmente exigia um operador experiente, o que pode acelerar ataques e torná-los mais acessíveis.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://securelist.com/tr/cyberstrikeai-attacks/121715/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Securelist (Kaspersky)</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Cloudflare lança Zero Wire, central gratuita de alertas sobre falhas críticas da internet</title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:17:06 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>No Cloudflare Radar, o Zero Wire reúne resumos em linguagem simples, dados de ataques e passos de correção para vulnerabilidades críticas em softwares expostos à internet.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Cloudflare lançou o Zero Wire, uma central pública de inteligência sobre vulnerabilidades dentro do Cloudflare Radar. A proposta é funcionar como uma agência de notícias para falhas críticas: cada boletim explica o problema em linguagem simples, indica quem deve investigar, o que fazer e onde estão as evidências e os avisos dos fabricantes.</p>
<p>A empresa justifica o projeto com o aumento do volume e da velocidade de descoberta de falhas, impulsionado pela IA, que consegue vasculhar grandes bases de código e achar problemas escondidos há anos. O serviço é gratuito e útil mesmo para quem não é cliente da Cloudflare.</p>
<p>O foco são CVEs críticas em softwares expostos à internet, como aplicações web, runtimes e bibliotecas. A página separa os casos que exigem ação imediata, inclusive com exploração conhecida, dos que já têm orientação estável, e mostra gráficos de tentativas de ataque vistas na rede da Cloudflare, que não equivalem a sistemas comprometidos.</p>
<p>Cada boletim traz ainda um prompt pronto para que o agente de IA da equipe avalie, em modo somente leitura, se a infraestrutura está exposta. Quando há regras de firewall da Cloudflare que ajudam, o boletim aponta, mas a empresa reforça que isso não substitui aplicar as correções do fabricante.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://blog.cloudflare.com/zero-wire/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Cloudflare Blog</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>API do Claude ganha message threads e agentes longos passam a responder até 35% mais rápido</title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:17:06 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Programação</category>
      <description>Em beta público, o recurso evita reenviar toda a conversa a cada requisição na Messages API: o agente manda só o que é novo, o que reduz o tempo até a primeira resposta.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Anthropic liberou em beta público o recurso message threads na Messages API da Claude Platform. Com ele, agentes deixam de reenviar todo o histórico da conversa a cada turno e passam a mandar apenas as mensagens novas, o que diminui a latência em sessões longas.</p>
<p>Um agente de programação pode fazer centenas de requisições numa mesma sessão, e cada uma carregava de novo todas as mensagens e resultados de ferramentas anteriores. Segundo a empresa, com o recurso ativado por padrão para a maioria dos usuários do Claude Code, requisições entre 500 mil e 1 milhão de tokens tiveram queda mediana de cerca de 35% no tempo até o primeiro token.</p>
<p>Para usar, basta incluir o parâmetro de thread: a primeira chamada envia a conversa inteira e abre a thread, e as seguintes levam só as novidades e o ID da resposta anterior. A thread fica em memória, criptografada e sem gravação em disco, e expira cinco minutos após a última requisição.</p>
<p>O consumo de tokens não muda, já que o modelo continua lendo toda a conversa, e valem os preços e limites normais. O recurso está disponível na Claude Platform, na AWS, no Microsoft Foundry e no Google Cloud, e é indicado para agentes de código, agentes de uso de computador e fluxos com muitos documentos e imagens.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://claude.com/resources/articles/message-threads" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Claude</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Intel libera kit de projeto do processo 14A e mira produção em massa em 2028</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/intel-libera-kit-de-projeto-do-processo-14a-e-mira-producao-em-massa-em-2028</link>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:17:05 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Hardware</category>
      <description>A versão 0.9 do PDK do Intel 14A, baseada em medições de silício real, permite que clientes comecem a projetar chips no próximo processo de fabricação da Intel Foundry.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Intel Foundry disponibilizou a versão 0.9 do kit de projeto (PDK) do processo Intel 14A, sua próxima geração de fabricação de chips. O PDK reúne modelos de transistores e regras de projeto que os clientes usam para desenhar chips, e esta versão já se baseia em medições de silício fabricado, e não apenas em simulações.</p>
<p>O marco não significa que o 14A esteja pronto. A Intel prevê lançar o PDK 1.0, que valida a prontidão para produção em alto volume, no primeiro trimestre de 2027. A produção de risco para chips da própria Intel está marcada para o segundo semestre de 2027, e a produção em massa, para 2028.</p>
<p>O 14A evolui a base do Intel 18A com a segunda geração dos transistores RibbonFET, a entrega de energia pela parte traseira do chip chamada PowerDirect e células de alto desempenho para CPUs e GPUs. A empresa também diz ter envolvido fornecedores de equipamentos mais cedo no desenvolvimento para reduzir defeitos de fabricação.</p>
<p>Cadence, Keysight, Siemens e Synopsys já têm ferramentas certificadas ou em colaboração para o processo. Ainda assim, a Intel não anunciou nenhum cliente externo comprometido com o 14A, ponto decisivo para a Intel Foundry recuperar o alto custo de desenvolver processos de ponta.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.tomshardware.com/tech-industry/semiconductors/intel-14a-moves-closer-to-production-as-pdk-0-9-becomes-available-process-design-kit-gives-developers-important-production-milestone-ahead-of-1-0-in-2027" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Tom&#39;s Hardware</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>OpenAI cria programa para seus data centers cortarem consumo de energia nos picos da rede</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/openai-cria-programa-para-seus-data-centers-cortarem-consumo-de-energia-nos-picos-da-rede</link>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:17:05 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Cloud &amp; DevOps</category>
      <description>Com o Grid Protectors, a OpenAI promete reduzir o uso de eletricidade dos campi de IA quando a demanda local disparar. O teste começa na Geórgia, nos EUA.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A OpenAI apresentou o Grid Protectors, programa para que seus data centers diminuam o consumo de energia quando a demanda da rede elétrica local atingir o pico. A ideia é evitar que os campi de IA sobrecarreguem o sistema em ondas de calor ou frio, quando as famílias mais precisam de eletricidade.</p>
<p>O primeiro teste será no campus planejado em Effingham County, na Geórgia. Segundo a empresa, o contrato de 3,2 gigawatts firmado com a distribuidora Georgia Power inclui 1.000 megawatts de demanda flexível, ou seja, carga que pode ser reduzida quando a concessionária pedir.</p>
<p>A técnica, chamada resposta à demanda, existe há décadas: grandes consumidores, como siderúrgicas, cortam o uso em momentos críticos para manter a rede estável. Com automação, um data center pode reduzir a carga em menos de um minuto. A NVIDIA já testou um sistema parecido no Reino Unido.</p>
<p>Além de responder às críticas de moradores sobre o impacto dos data centers na conta de luz e no abastecimento, o modelo pode acelerar a entrada em operação dessas instalações, que não precisariam esperar novas usinas para se conectar. A OpenAI diz que os acordos vão variar conforme a região e que pretende tornar essa flexibilidade padrão nos futuros campi.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.tomshardware.com/tech-industry/data-centers/openai-introduces-program-to-reduce-ai-data-center-energy-demand-during-peak-hours-company-testing-grid-protectors-program-system-in-georgia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Tom&#39;s Hardware</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Binance diz que roubo de US$ 6,3 bilhões começou com entrevista de emprego falsa</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/binance-diz-que-roubo-de-us-63-bilhoes-comecou-com-entrevista-de-emprego-falsa</link>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:15:14 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Relatório da corretora descreve campanha de meses que comprometeu aparelhos de engenheiros desde junho. FBI atribui o ataque à Coreia do Norte, que nega.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Binance divulgou o relatório sobre o roubo de cerca de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas descoberto no fim de outubro. Segundo a corretora, não foi uma falha isolada nem um phishing simples, mas uma campanha em várias etapas que começou em junho e envolveu os aparelhos de vários funcionários.</p>
<p>O primeiro passo foi um engenheiro que baixou um software malicioso ao instalar uma ferramenta popular de IA para programação. A máquina foi trocada, mas os invasores já tinham informações sobre a equipe. Em setembro, outro engenheiro foi abordado com uma oferta de emprego falsa e, na segunda entrevista, baixou uma tarefa com código malicioso, que não foi detectado pelas ferramentas de segurança da empresa.</p>
<p>A partir daí os atacantes se moveram por outros dispositivos e, em 29 de outubro, chegaram às ferramentas internas de carteiras. Usando credenciais roubadas, dispararam as primeiras transferências, de cerca de US$ 400 milhões, seguidas de US$ 1,4 bilhão em bitcoin e dezenas de outras operações. A Binance e outras plataformas conseguiram congelar cerca de US$ 2,85 bilhões.</p>
<p>O FBI atribuiu o ataque ao grupo norte-coreano TraderTraitor, mas o governo da Coreia do Norte negou envolvimento. A corretora diz que trocou todos os aparelhos e carteiras afetados, reforçou controles e contratou uma auditoria externa, e afirma ter barrado outras 57 tentativas de invasão ligadas ao país apenas em 2026.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://therecord.media/binance-cryptocurrency-theft-months-long-campaign-nkorea" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">The Record</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Microsoft diz que Windows 11 ficou 20% mais ágil em PCs com 8 GB de RAM</title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:15:14 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Web &amp; Mobile</category>
      <description>Com a falta de memória encarecendo os PCs, a Microsoft anunciou otimizações que, segundo testes internos, aceleram a multitarefa em 40% em máquinas com pouca RAM.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft anunciou um pacote de otimizações de memória para o Windows 11 voltado a computadores com 8 GB de RAM. Segundo a empresa, o sistema ficou até 20% mais responsivo e a multitarefa até 40% mais rápida nessas máquinas, números que vêm de testes internos feitos pela própria Microsoft.</p>
<p>A mudança chega num momento em que a escassez global de componentes, puxada pela demanda de IA, faz fabricantes voltarem a vender notebooks com apenas 8 GB de memória para manter os preços. A Microsoft havia prometido no início do ano melhorar o desempenho do sistema nessa configuração.</p>
<p>Entre as melhorias, o Windows passa a comprimir melhor os dados em uso e consegue manter até 2 GB a mais na memória em vez de jogá-los para o disco, o que reduz o recarregamento de apps e abas. Tarefas como abrir o menu Iniciar, a busca e o Explorador de Arquivos ficaram mais rápidas porque o sistema segura atividades em segundo plano, como a indexação, enquanto o usuário está mexendo no PC.</p>
<p>O Edge abre até 33% mais rápido, o Teams ganhou um modo de eficiência e Word, PowerPoint, Excel e Outlook passaram a ocupar cerca de 360 MB a menos. A Microsoft diz que os próximos passos incluem compartilhar componentes entre recursos do sistema e redesenhar apps como Explorador de Arquivos e Bloco de Notas para gastar menos memória.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.tomshardware.com/software/windows/windows-11-8gb-ram-configurations-get-a-performance-boost-as-ai-demand-keeps-pushing-prices-up-microsoft-says-windows-is-now-20-percent-more-responsive-multitasking-40-percent-faster-on-memory-constrained-machines" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Tom&#39;s Hardware</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
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      <title>AMD bate recorde de receita no trimestre com vendas de data center quase dobrando</title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:15:14 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Hardware</category>
      <description>A empresa faturou US$ 13,4 bilhões no 3º trimestre de 2026, alta de 45%, puxada por GPUs Instinct e CPUs EPYC, e prevê cerca de US$ 17 bilhões no trimestre seguinte.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A AMD divulgou em 3 de novembro o resultado do terceiro trimestre de 2026, com receita recorde de US$ 13,4 bilhões, crescimento de 45% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido foi de US$ 2,4 bilhões, e o lucro por ação ajustado subiu 74%.</p>
<p>O motor do resultado foi a divisão de data center, que faturou US$ 8,5 bilhões, alta de 97%, com demanda forte pelos processadores EPYC e pela estreia das GPUs Instinct MI450. A empresa diz que Anthropic, Meta, Microsoft, OpenAI e Oracle já rodam cargas nos primeiros racks Helios, sua solução para grandes clusters de IA.</p>
<p>Do lado do consumidor, o quadro é misto. A área de PCs cresceu 7%, com os processadores Ryzen para notebooks, mas a de games caiu 40%, por causa da menor venda de chips para consoles e de placas de vídeo. O segmento de embarcados avançou 29%.</p>
<p>Para o quarto trimestre, a AMD projeta receita de cerca de US$ 17 bilhões, o que representaria alta de 66% sobre o ano anterior. No período, a companhia também anunciou a compra da World Labs, de pesquisa em modelos de IA, e da Taalas, especializada em chips de inferência.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://ir.amd.com/news-events/press-releases/detail/1303/amd-reports-third-quarter-2026-financial-results" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">AMD</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Google derruba botnet escondida de fábrica em 1,3 milhão de TV boxes Android</title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:15:14 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>A rede X.CPE vinha embutida no firmware de aparelhos da chinesa Videostrong, que segundo o Google vendia o acesso a criminosos. A fabricante foi banida do ecossistema Android.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O Google, em parceria com empresas de cibersegurança e a polícia japonesa, desmantelou uma botnet global chamada X.CPE que estava instalada em mais de 1,3 milhão de dispositivos em mais de 200 países. A maior parte eram TV boxes Android, mas também havia aparelhos de telemedicina, máquinas de karaokê e painéis de sinalização digital.</p>
<p>Segundo o Google, o código malicioso vinha gravado no firmware dos aparelhos antes mesmo de chegarem às casas dos compradores. A empresa atribui o esquema à chinesa Videostrong Technology, fabricante de equipamentos Android, que teria lucrado vendendo acesso aos dispositivos para grupos criminosos e carregando os malwares deles nos aparelhos infectados.</p>
<p>Os equipamentos eram usados como rede de proxy residencial, em fraudes de anúncios, roubo de dados e instalação de outros programas maliciosos, tudo usando a conexão e o endereço de internet das vítimas. Mesmo que o usuário tentasse remover o malware, ele se reinstalava sozinho.</p>
<p>O Google rompeu com a Videostrong e proibiu a empresa e futuras subsidiárias de fabricar aparelhos com apps do Google pré-instalados. Ações judiciais derrubaram os domínios que controlavam a botnet, o que, segundo a empresa, torna o malware inofensivo e pode ter cortado o acesso criminoso a outros 10 milhões de dispositivos. O caso reforça o alerta sobre TV boxes baratas e sem certificação, muito populares no Brasil.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://therecord.media/google-dismantles-botnet-hidden-android-tv-boxes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">The Record</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Google corrige falha crítica no Android que permite invadir o celular sem nenhum clique</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/google-corrige-falha-critica-no-android-que-permite-invadir-o-celular-sem-nenhum-clique</link>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:15:13 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>O pacote de segurança de novembro do Android fecha 233 vulnerabilidades, entre elas três críticas que permitem executar código remotamente sem interação do usuário.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O Google liberou a rodada de correções de novembro do Android com 233 vulnerabilidades resolvidas, uma das maiores atualizações de segurança da história do sistema. Três das falhas são classificadas como críticas e permitem que um invasor execute código remotamente no aparelho sem que o dono precise tocar em nada e sem privilégios extras.</p>
<p>A mais grave, segundo o Google, está no Android Framework e foi catalogada como CVE-2026-58868. As outras duas críticas ficam no componente Android System. A empresa não divulgou detalhes de como as falhas poderiam ser exploradas, prática comum para dar tempo de os aparelhos serem atualizados.</p>
<p>As correções valem para o Android 14, 15, 16, 16-qpr2 e 17. Para conferir se o celular já está protegido, basta abrir as configurações de segurança e checar o nível do patch: aparelhos atualizados exibem 2026-11-01 ou 2026-11-05.</p>
<p>O problema é que a proteção depende de cada fabricante. As marcas foram avisadas com pelo menos um mês de antecedência, mas muitas liberam as atualizações com atraso, e modelos mais antigos simplesmente deixam de recebê-las. O próprio Google já estimou que cerca de 40% dos celulares Android não recebem mais atualizações, o que deixa esses aparelhos expostos a falhas como essa.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.cisoadvisor.com.br/falha-critica-no-android-permite-execucao-remota-de-codigo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">CISO Advisor</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Gemini passa a criar e editar PDFs, documentos, planilhas e apresentações dentro do chat</title>
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      <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 19:36:13 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Inteligência Artificial</category>
      <description>O Google liberou para todos os usuários, em todos os idiomas do app, um editor em tela cheia que permite gerar, visualizar e ajustar arquivos sem sair da conversa com o Gemini.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O Google liberou no aplicativo Gemini a criação, visualização e edição de arquivos dentro da própria conversa. O recurso cobre documentos, PDFs, apresentações, planilhas, arquivos Markdown e de texto, além de código.</p>
<p>O arquivo gerado pode ser aberto em tela cheia para edição manual. Também dá para selecionar um trecho e pedir que o Gemini altere o texto ou os elementos visuais, ou fazer perguntas sobre aquela parte. Como exemplo, o Google mostra o app transformando anotações de aula escritas à mão em um guia de estudos em PDF que depois é ajustado pelo próprio usuário.</p>
<p>A visualização e a edição de PDFs funcionam na web e no celular. Os demais formatos, como Google Docs, Google Sheets, apresentações e código, por enquanto só podem ser editados pela versão web.</p>
<p>Segundo o Google, a novidade já está disponível para todos os usuários e em todos os idiomas em que o Gemini é oferecido, o que inclui o português.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://blog.google/innovation-and-ai/products/gemini-app/edit-files-directly/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Google — The Keyword</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Extensões falsas do Chrome desviaram buscas de 13,4 milhões de usuários</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/extensoes-falsas-do-chrome-desviaram-buscas-de-134-milhoes-de-usuarios</link>
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      <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 19:36:13 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Pesquisadores da Socket acharam 319 extensões, vendidas como conversores de PDF e buscadores seguros, que redirecionavam as pesquisas por servidores dos próprios operadores.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Um pesquisador da empresa de segurança Socket identificou 319 extensões do Chrome que sequestravam as buscas dos usuários. Somadas, elas tiveram cerca de 13,4 milhões de instalações ao longo de uma década.</p>
<p>As extensões eram promovidas por anúncios, inclusive no Google Ads, como localizadores de manuais, conversores de PDF, ferramentas de busca segura ou de busca com IA. Depois de instaladas, trocavam o mecanismo de busca padrão e passavam as pesquisas por servidores dos operadores antes de entregá-las ao Yahoo ou ao Bing. Assim, eles viam o que cada pessoa pesquisava e ainda ganhavam comissões por indicação.</p>
<p>Os complementos estavam na loja oficial do Google, mas a maioria não aparecia em buscas comuns: só quem tinha o link direto, vindo do anúncio, chegava até a página de instalação. Segundo a Socket, as pesquisas costumavam ser ligadas a um identificador único, o que permitiria acompanhar o histórico de uma mesma pessoa. O redirecionamento também poderia levar a páginas de phishing ou malware, embora não haja evidência de que isso tenha ocorrido.</p>
<p>Quem instalou ferramentas desse tipo depois de clicar em um anúncio deve abrir chrome://extensions e remover o que não reconhece ou não usa. Também vale conferir em Configurações &gt; Mecanismo de pesquisa se alguma extensão controla essa opção. A lista completa dos complementos foi publicada pela Socket.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.malwarebytes.com/blog/news/2026/10/fake-pdf-and-search-tools-hijacked-searches-for-13-4-million-chrome-users" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Malwarebytes</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Google recebe primeira resposta de IA gerada por uma TPU em órbita no Projeto Suncatcher</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/google-recebe-primeira-resposta-de-ia-gerada-por-uma-tpu-em-orbita-no-projeto-suncatcher</link>
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      <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 19:36:13 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Hardware</category>
      <description>O satélite protótipo lançado em 1º de outubro rodou o modelo Gemma 4 no espaço e devolveu um haicai, primeiro passo do plano do Google de levar computação de IA para a órbita.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O Google anunciou que o satélite protótipo do Projeto Suncatcher produziu a primeira resposta de IA gerada por uma TPU de classe data center em órbita. A empresa chamou o marco de seu &quot;Hello World&quot; no espaço.</p>
<p>O satélite foi lançado em 1º de outubro e, nas semanas seguintes, a equipe ligou os módulos do computador de bordo e das TPUs e rodou os primeiros testes de aprendizado de máquina. Durante uma passagem sobre uma estação terrestre, os pesquisadores enviaram um comando ao modelo aberto Gemma 4, instalado a bordo, pedindo um haicai sobre estar no espaço. O poema voltou à Terra quando o satélite passava por Svalbard, na Noruega.</p>
<p>Depois disso, o time testou outros textos e comandos que relatam o estado técnico dos sistemas da carga útil. As próximas etapas vão avaliar como os chips se comportam sob estresse térmico e exposição à radiação.</p>
<p>O Suncatcher é um projeto de pesquisa de longo prazo do Google para explorar data centers de IA alimentados por energia solar no espaço. Se os testes confirmarem que as TPUs rodam cargas de trabalho de forma confiável em órbita, o próximo marco previsto é lançar dois satélites interligados em 2027.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://blog.google/innovation-and-ai/models-and-research/google-research/project-suncatcher-satellite-response/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Google — The Keyword</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Mistral libera os pesos do Mistral Large 4, modelo de 1 trilhão de parâmetros focado em código</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/mistral-libera-os-pesos-do-mistral-large-4-modelo-de-1-trilhao-de-parametros-focado-em-codigo</link>
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      <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 19:36:13 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Inteligência Artificial</category>
      <description>A startup francesa abriu os pesos da versão final do Le Chonk, modelo multimodal treinado na Europa que lidera benchmarks de programação e segurança defensiva entre os modelos abertos.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Mistral AI liberou os pesos do Mistral Large 4, apelidado de Le Chonk, seu modelo principal com 1 trilhão de parâmetros e multimodal de forma nativa. O modelo havia entrado em prévia pública no início de outubro e agora chega em versão aprimorada, que a empresa descreve como o melhor modelo de pesos abertos para programação.</p>
<p>Segundo a Mistral, três semanas extras de aprendizado por reforço levaram o modelo ao topo entre os abertos no FrontierCode 2.0, da Cognition, com 19,7%, e no Terminal-Bench 4.0, em que subiu 13 pontos percentuais em relação à prévia, para 41%, gastando 30% menos tokens de saída. No índice de agentes de código da Artificial Analysis, ficou empatado com o GLM-5.3, mas usando em média 47% menos tokens por tarefa.</p>
<p>A segurança defensiva é a outra aposta. O modelo marcou 51% no índice de cibersegurança da Artificial Analysis, que mede a capacidade de encontrar, reproduzir e corrigir falhas em código, e recusou em média 96,6% dos pedidos maliciosos nos testes citados pela empresa. Empresas como Cisco, CrowdStrike, Cloudflare, Fortinet e Orange Cyberdefense participaram das avaliações, e a agência europeia ENISA também testa o modelo.</p>
<p>O Mistral Large 4 agora oferece três modos de raciocínio para equilibrar custo e desempenho e foi treinado do zero em infraestrutura europeia, argumento que a Mistral usa para vendê-lo como base de IA soberana. Por ter pesos abertos, pode ser hospedado e ajustado pela própria organização, o que interessa a governos e setores regulados com exigências de residência de dados.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://mistral.ai/news/mistral-large-4-oss/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Mistral AI</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Binance sofre o maior roubo de criptomoedas da história, com cerca de US$ 6,3 bilhões levados</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/binance-sofre-o-maior-roubo-de-criptomoedas-da-historia-com-cerca-de-us-63-bilhoes-levados</link>
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      <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 19:36:12 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>A corretora diz que cerca de US$ 3 bilhões já foram congelados e que vai cobrir todas as perdas; analistas ligam o ataque ao grupo norte-coreano TraderTraitor.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo em volume diário de negociação, confirmou um incidente de segurança que levou cerca de US$ 6,3 bilhões em criptoativos. Analistas apontam o caso como o maior roubo de criptomoedas já registrado.</p>
<p>Segundo atualização da empresa publicada em 30 de outubro, a investigação inicial indica que o ponto de entrada pode ter sido o notebook comprometido de um engenheiro de DevOps, usado para acessar um contêiner de serviço e enviar ordens de saque não autorizadas. A Binance afirma não ter encontrado indício de vazamento de chaves privadas das carteiras. O co-CEO Richard Teng disse ao BleepingComputer que o ataque não dependeu apenas das permissões de um único funcionário e envolveu um processo mais complexo, com outros pontos de invasão já identificados.</p>
<p>As empresas de inteligência em blockchain TRM Labs e Chainalysis atribuem o roubo ao TraderTraitor, grupo hacker ligado à Coreia do Norte e associado a ataques anteriores a corretoras. Pela estimativa da TRM Labs, cerca de US$ 6,36 bilhões saíram das carteiras da Binance por dez blockchains diferentes, a maior parte em aproximadamente 20 minutos.</p>
<p>A corretora informa ter congelado em torno de US$ 3 bilhões com ajuda de parceiros do setor e promete cobrir todas as perdas com seu fundo de emergência e recursos próprios. Os valores ainda variam entre as fontes e devem ser tratados como estimativas em atualização. Depósitos e saques chegaram a ser suspensos como medida de precaução.</p>
<p>Para os usuários, inclusive no Brasil, a recomendação é conferir o histórico de transações e as configurações de segurança da conta usando apenas o aplicativo ou o site oficial. Episódios como este costumam ser seguidos por golpes de falso suporte e de supostos serviços de recuperação de criptomoedas, e nenhum código de autenticação deve ser repassado a terceiros. A Binance.US não foi afetada.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.malwarebytes.com/blog/news/2026/10/binance-hit-by-largest-ever-crypto-theft-with-6-3-billion-stolen" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Malwarebytes</a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/binance-sofre-o-maior-roubo-de-criptomoedas-da-historia-com-cerca-de-us-63-bilhoes-levados/imagem.png" type="image/png" length="0" />
    </item>
    <item>
      <title>Cloudflare barrou mais de 8 mil ataques DDoS por hora no 3º trimestre, com alta dos ataques curtos</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/cloudflare-barrou-mais-de-8-mil-ataques-ddos-por-hora-no-3-trimestre-com-alta-dos-ataques-curtos</link>
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      <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 19:12:21 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Relatório da Cloudflare mostra 18,2 milhões de ataques DDoS de rede entre julho e setembro de 2026, menos ataques gigantes acima de 1 Tbps e explosão de ataques rápidos de baixo volume.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Cloudflare divulgou nesta quinta-feira (29) seu relatório de ameaças DDoS do terceiro trimestre de 2026. Entre julho e setembro, a empresa diz ter mitigado automaticamente 18,2 milhões de ataques na camada de rede e 14,4 trilhões de requisições maliciosas HTTP, o equivalente a cerca de 8.226 ataques por hora, ou um a cada 0,44 segundo.</p>
<p>O perfil dos ataques mudou. Ataques curtos, com menos de 10 minutos e abaixo de 1 Gbps, cresceram 208%, padrão típico de serviços de DDoS de aluguel. Segundo a empresa, 98% dos ataques ficaram abaixo de 1 Gbps, volume ainda suficiente para derrubar um servidor ou site. Já os ataques gigantes, acima de 1 Tbps, caíram de 805 no segundo trimestre para 251.</p>
<p>A Cloudflare associa essa queda à ação de autoridades no início do ano que desmontou quatro grandes botnets de dispositivos IoT: Aisuru, KimWolf, JackSkid e Mossad. Mesmo assim, novas variantes como Dysphoria e Evooo1Bot continuam surgindo, e o tráfego classificado como Mirai respondeu por 46,5% dos bytes mitigados na camada de rede.</p>
<p>Entre as técnicas, os ataques via CLDAP praticamente desapareceram, com queda de 99,5% em relação ao trimestre anterior. Em troca, a amplificação por DNS cresceu 215%, e outras inundações UDP passaram de 14,06% para 31,31% dos ataques de rede.</p>
<p>Os Estados Unidos voltaram a ser o país mais atacado, à frente da China, e a Indonésia entrou no top 3. O Canadá saltou da 16ª para a 6ª posição e Israel subiu sete posições, chegando ao 10º lugar. O setor de mídia continuou como o mais visado, mas com participação bem menor, enquanto internet, serviços ao consumidor e entretenimento adulto subiram no ranking.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://blog.cloudflare.com/ddos-threat-report-2026-q3/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Cloudflare Blog</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
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      <title>Apple lança MacBook Pro com tela OLED tandem e, pela primeira vez, toque na tela do Mac</title>
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      <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 19:12:21 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Hardware</category>
      <description>O novo MacBook Pro com tela PROLED XDR traz chips M5 Pro e M5 Max, Dynamic Island e até 24 horas de bateria; a pré-venda começou em 28 de outubro e as entregas, em 6 de novembro.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Apple apresentou nesta terça-feira (28) uma nova linha de MacBook Pro com a tela PROLED XDR, baseada em tecnologia OLED tandem, nas versões de 14 e 16 polegadas. O modelo é também o primeiro Mac com tela sensível ao toque, recurso que a empresa por muito tempo deixou de fora dos computadores.</p>
<p>A tela alcança até 2.000 nits de brilho de pico em HDR e SDR, contraste de 10.000.000:1 e taxa de atualização variável de 10 Hz a 120 Hz. A gama de cores cobre os padrões P3 e Adobe RGB, o que interessa a fotógrafos, designers e editores de vídeo. O sensor de toque fica integrado ao painel, e não em uma camada por cima, para reduzir a latência.</p>
<p>Com o toque, o macOS passa a aceitar gestos como deslizar, pinçar para ampliar e arrastar janelas, e apps como Word, Excel, Zoom, Canva, Lightroom, DaVinci Resolve e Blender vão aproveitar o recurso. A Dynamic Island, conhecida do iPhone, também chega ao Mac e passa a abrigar o Spotlight, as Atividades ao Vivo e a Siri AI.</p>
<p>Os computadores usam os chips M5 Pro e M5 Max, com até 128 GB de memória unificada e até 16 TB de armazenamento, além de Thunderbolt 5, câmera de 12 MP e sistema de seis alto-falantes. Segundo a Apple, o novo design é mais fino e mais leve, com bateria de até 24 horas.</p>
<p>Nos Estados Unidos, o modelo de 14 polegadas com M5 Pro parte de US$ 2.899, e o de 16 polegadas com M5 Max chega a US$ 4.799 na configuração de entrada. A pré-venda começou em 30 países e regiões, com entregas a partir de 6 de novembro. A Apple não detalhou preço nem data para o Brasil no anúncio.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.apple.com/newsroom/2026/10/apple-unveils-groundbreaking-macbook-pro-with-proled-xdr-display/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Apple Newsroom</a></p>]]></content:encoded>
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      <title>Microsoft abre no Foundry o harness que move o Copilot para empresas criarem seus agentes</title>
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      <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 19:12:20 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Inteligência Artificial</category>
      <description>Criado pela equipe do GitHub, o Copilot harness funciona com mais de 20 modelos de fronteira e agora pode ser usado por desenvolvedores via SDK ou como serviço gerenciado no Microsoft Foundry.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft anunciou nesta terça-feira (28) que o Copilot harness, a camada de orquestração por trás de produtos como GitHub Copilot, Copilot Studio, Copilot Code e o VS Code, passa a ficar disponível para clientes pelo Microsoft Foundry. A ideia é permitir que empresas construam agentes capazes de raciocinar, usar ferramentas e executar tarefas longas sobre a mesma base que a própria Microsoft usa.</p>
<p>Na explicação da empresa, o modelo de IA fornece a inteligência, e o harness é tudo o que está ao redor dele: instruções, contexto, ambiente de execução e controles. O sistema oferece suporte a padrões abertos como o MCP, a skills de agentes e a plugins.</p>
<p>O harness foi desenvolvido por engenheiros do GitHub e adotado em toda a Microsoft. Ele trabalha com mais de 20 modelos de fronteira, além da opção de o cliente usar a própria chave de API, e pode direcionar cada tarefa ao modelo mais adequado. Segundo a Microsoft, o runtime foi reescrito recentemente em Rust, o que reduziu a sobrecarga das sessões e o tempo até o primeiro token.</p>
<p>Os desenvolvedores podem baixar o SDK ou rodar o harness na nuvem, com gestão feita pelo Foundry. Nesse modelo, a Microsoft cuida do loop do agente e do sandbox, com governança embutida, enquanto o cliente define instruções, ferramentas, skills e a escolha de modelos. A empresa afirma que as plataformas continuam abertas a outros harnesses e frameworks.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://blogs.microsoft.com/blog/2026/10/28/introducing-the-microsoft-copilot-harness-unlocking-the-potential-of-truly-multi-model-agentic-work/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Microsoft Blog</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Google DeepMind apresenta Gemini 4 Carbon, modelo focado em programação e cibersegurança</title>
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      <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 19:12:20 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Inteligência Artificial</category>
      <description>O Gemini 4 Carbon lidera o índice da Artificial Analysis e bate recordes em testes de detecção e correção de falhas; o acesso começa por um grupo restrito de defensores de segurança.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O Google DeepMind anunciou nesta quarta-feira (28) o Gemini 4 Carbon, seu novo modelo de fronteira. Segundo o Google, é o modelo mais forte da empresa até agora, com destaque para tarefas longas de programação, agentes e defesa cibernética. Ele chega duas semanas depois do Gemini 4 Argon.</p>
<p>O Carbon aparece em primeiro lugar na versão 5.0 do Artificial Analysis Intelligence Index, com 59 pontos. Em segurança, o modelo marcou 88,2% no SEC-bench Pro, que mede a capacidade de encontrar vulnerabilidades reais, 54,8% no ExploitGym, voltado à exploração de falhas, e 71% no CWE-bench, que avalia a correção do problema na raiz. Internamente, o Google relata mais que o dobro de acerto na geração de código seguro em relação ao Argon.</p>
<p>A empresa também diz ter avançado em alinhamento. No Terminal-Bench 4.0, as trapaças bem-sucedidas caíram a zero, e alertas graves de comportamento desalinhado em ambientes reais de programação recuaram quase 80%. O modelo reduziu pela metade as afirmações sem respaldo e não cedeu a nenhuma tentativa no teste de injeção indireta de prompt da Gray Swan.</p>
<p>O lançamento será gradual. O Google participa do processo voluntário do governo dos Estados Unidos para testes antes da liberação e, a partir desta semana, oferece o Carbon a um grupo de especialistas em defesa cibernética, ampliando depois para parceiros do programa Fairwind. Desenvolvedores, empresas e consumidores devem ter acesso em breve.</p>
<p>O preço de lançamento será o mesmo do Argon: US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de tokens de saída. Encerrado o período promocional, os valores passam a US$ 4 e US$ 20, respectivamente.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://deepmind.google/blog/gemini-4-carbon-our-next-frontier-model/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Google DeepMind</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Microsoft oferece desligamento voluntário a cerca de 60 mil funcionários, um quarto da empresa</title>
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      <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 19:12:20 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Carreira</category>
      <description>A Microsoft abriu um programa de saída voluntária com pacote de indenização para cerca de 60 mil empregados, em meio a cortes de custos e à corrida da inteligência artificial.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft colocou em prática um plano de redução de custos que oferece a cerca de 60 mil funcionários, aproximadamente um quarto do quadro da empresa, a opção de deixar a companhia por vontade própria. Quem aceitar a chamada Voluntary Exit Offer recebe em troca um pacote de indenização considerado generoso. A informação foi revelada pelo Business Insider e repercutida pelo Kotaku.</p>
<p>Em memorando aos funcionários, a diretora de pessoas da Microsoft, Amy Coleman, afirmou que o programa é uma novidade para a empresa e que a companhia vai aprender com ele. Segundo ela, a Microsoft seguirá ajudando as equipes a se concentrar no trabalho mais importante, a desenvolver novas habilidades e, quando fizer sentido, a encontrar outras oportunidades dentro da própria empresa.</p>
<p>Ainda não está claro quais divisões e departamentos serão elegíveis à oferta. O Xbox, uma das áreas mais visíveis da Microsoft, vem passando por rodadas anuais de demissões e já havia anunciado a meta de cortar 3.200 vagas até junho de 2027 dentro da reestruturação da divisão de games.</p>
<p>Este é o segundo programa de saída voluntária da Microsoft em 2026. Na primavera do hemisfério norte, a empresa lançou um programa de aposentadoria voluntária que permitia a funcionários veteranos receber a indenização e parte das ações já adquiridas de forma antecipada. A proposta chegou a 9 mil pessoas, e cerca de um terço aceitou, de acordo com o Business Insider.</p>
<p>A medida acontece enquanto as grandes empresas de tecnologia direcionam cada vez mais recursos para a inteligência artificial e buscam enxugar despesas em outras frentes. Para profissionais de tecnologia, o movimento reforça a tendência de reestruturação do mercado nas big techs, com cortes concentrados em áreas fora das prioridades de IA.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://kotaku.com/microsoft-gives-voluntary-exit-offer-to-60000-employees-roughly-a-25-percent-of-its-total-workforce-2000749790" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Kotaku</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>IBM lança identidade e credenciais temporárias para controlar agentes de IA nas empresas</title>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:32:24 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>No TechXchange 2026, a IBM apresentou o Agent Identity e o HashiCorp Vault 2.2 para dar a cada agente de IA uma identidade, acesso mínimo e credenciais que expiram, além de um botão para desligar agentes no watsonx Orchestrate.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A IBM anunciou em 27 de outubro, durante a conferência TechXchange 2026, um conjunto de ferramentas para empresas controlarem os agentes de inteligência artificial que usam. A ideia é saber quem é o dono de cada agente, limitar o que ele pode acessar e registrar o que ele fez nos sistemas da companhia.</p>
<p>O ponto central é o Agent Identity, que já está disponível e funciona junto com o HashiCorp Vault, cofre de senhas e credenciais da IBM. Cada agente ganha um registro com responsável, situação e permissões, e recebe credenciais de curta duração que dão só o acesso necessário. Se o agente tentar algo fora do permitido, o acesso pode ser negado e a sessão encerrada na hora. O Vault 2.2 também traz criptografia pós-quântica.</p>
<p>O watsonx Orchestrate ganhou recursos para encontrar agentes criados em outras plataformas, como Amazon Bedrock, Microsoft Foundry e Google Gemini. Ele também passa a rodar agentes em ambientes isolados, oferece um botão para desligar qualquer agente e permite testar qualidade e custo antes de colocar o agente em produção. Parte desses recursos ainda está em prévia técnica.</p>
<p>Para justificar a novidade, a IBM cita estimativa do Gartner: até 2028, a empresa média da lista Fortune 500 usará mais de 150 mil agentes de IA, mas só 13% das organizações acreditam ter a governança adequada. As ferramentas também se integram ao NVIDIA OpenShell, ambiente de execução seguro para agentes.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://newsroom.ibm.com/2026-10-27-ibm-introduces-identity-and-control-for-ai-agents,-securing-frontier-intelligence-for-the-enterprise" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">IBM Newsroom</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>NVIDIA e Oracle levam Vera Rubin à escala de gigawatts e liberam CPU Vera na nuvem da Oracle</title>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:32:24 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Cloud &amp; DevOps</category>
      <description>A Oracle vai ampliar seus superclusters com sistemas NVIDIA Vera Rubin NVL72 até vários gigawatts e já oferece a CPU Vera para cargas de agentes de IA. A OpenAI está entre os primeiros clientes.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>NVIDIA e Oracle anunciaram em 27 de outubro um plano para expandir os OCI Superclusters, os grandes agrupamentos de GPUs da nuvem da Oracle, com sistemas NVIDIA Vera Rubin NVL72 até a escala de vários gigawatts. Os sistemas Vera Rubin NVL72 e as CPUs NVIDIA Vera também passaram a estar disponíveis para clientes da Oracle Cloud Infrastructure.</p>
<p>A proposta é separar dois tipos de trabalho. As GPUs cuidam do treino e da execução de modelos de fronteira, enquanto as CPUs Vera ficam com as tarefas que agentes de IA fazem entre uma chamada e outra ao modelo, como rodar ferramentas, testar código e buscar dados. Os clientes podem escalar CPU e GPU de forma independente, o que, segundo as empresas, reduz o tempo em que as GPUs ficam paradas.</p>
<p>Cada rack liga 72 GPUs pela interconexão NVLink, e a rede da Oracle consegue juntar centenas de milhares de GPUs. A Oracle também planeja oferecer o NVIDIA HGX Rubin NVL8, uma configuração menor com oito GPUs Rubin em servidor x86, com dois processadores Intel Xeon 6 e 4 TB de memória DDR5.</p>
<p>A OpenAI aparece como cliente de destaque. Segundo o comunicado, a empresa treinou e serve o GPT-6 Astra em um supercluster da Oracle em Abilene, no Texas, com mais de 100 mil GPUs Blackwell. A OpenAI também informou que está levando as CPUs Vera para produção na Oracle, para rodar os ambientes isolados (sandboxes) usados por seus agentes.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://nvidianews.nvidia.com/news/nvidia-and-oracle-expand-nvidia-vera-rubin-to-multi-gigawatt-scale-and-bring-nvidia-vera-cpu-to-oracle-cloud-infrastructure" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">NVIDIA Newsroom</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>AMD amplia parceria com a Meta: racks Helios entram em teste e empresa investe US$ 1 bilhão</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/amd-amplia-parceria-com-a-meta-racks-helios-entram-em-teste-e-empresa-investe-us-1-bilhao</link>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:32:24 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Hardware</category>
      <description>A AMD anunciou em 27 de outubro que seus sistemas Helios já rodam na Meta, que processadores EPYC sustentam o agente Muse e que a Meta terá uma GPU Instinct sob medida. A AMD também vai investir US$ 1 bilhão na Meta.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A AMD detalhou em 27 de outubro a ampliação da parceria com a Meta na infraestrutura de inteligência artificial. Segundo a fabricante, os primeiros sistemas Helios, soluções de IA montadas em racks inteiros, já estão instalados e em testes na Meta, e devem ganhar uma implantação maior em breve.</p>
<p>Os processadores EPYC rodam os ambientes de computação por trás do Muse, o agente pessoal de IA da Meta. A AMD diz que a Meta já instalou milhões de EPYC de várias gerações e é cliente principal da 6ª geração. As duas empresas também trabalham juntas em gerações futuras, como a de codinome Verano.</p>
<p>No lado das GPUs, as placas Instinct já são usadas em produção pela Meta para treinamento e para sistemas de ranqueamento e recomendação. A Meta participou da definição da arquitetura Instinct MI450 e vai receber uma GPU Instinct personalizada para suas cargas de trabalho. A colaboração também deve influenciar a futura série MI500.</p>
<p>No software, a AMD ofereceu suporte desde o primeiro dia aos modelos Muse Spark Open, nas GPUs Instinct, e Muse Glimmer, em PCs com Ryzen AI e placas Radeon. As empresas também enviaram melhorias para o PyTorch, o Triton e o ROCm, abertas a outros desenvolvedores. Além disso, a AMD informou que vai investir US$ 1 bilhão na oferta de ações da Meta.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://ir.amd.com/news-events/press-releases/detail/1302/amd-and-meta-advance-strategic-partnership-to-power-metas-superintelligence-infrastructure" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">AMD</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Intel vai comprar a israelense Classiq para montar plataforma completa de computação quântica</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/intel-vai-comprar-a-israelense-classiq-para-montar-plataforma-completa-de-computacao-quantica</link>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:32:23 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Hardware</category>
      <description>A Intel anunciou em 26 de outubro acordo para adquirir a Classiq, empresa de software quântico. A ideia é juntar a plataforma da Classiq aos chips de qubits de spin em silício da Intel. A conclusão está prevista para o 1º semestre de 2027.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Intel assinou em 26 de outubro um acordo definitivo para comprar a Classiq, empresa sediada em Tel Aviv que desenvolve software para computação quântica. O valor da transação não foi divulgado. Com a compra, a Intel quer oferecer uma plataforma quântica completa, do chip ao software.</p>
<p>A Classiq faz uma plataforma de síntese que gera algoritmos quânticos automaticamente a partir de uma linguagem de alto nível, sem que o desenvolvedor precise desenhar circuitos à mão. A ferramenta funciona com diferentes tipos de qubit e de hardware. A Intel compara o papel dela ao dos softwares de automação de projeto (EDA), que transformaram o desenho de chips tradicionais.</p>
<p>Do lado da Intel, a contribuição é a tecnologia de qubits de spin em silício e a experiência em fabricação de semicondutores. A empresa investe em computação quântica desde 2015 e afirma ser a única capaz de produzir em escala chips de qubits e a eletrônica criogênica de controle usando os mesmos processos das fábricas de chips convencionais.</p>
<p>Com a aquisição, a Intel pretende colocar processadores quânticos (QPUs) ao lado de CPUs, GPUs e ASICs no seu portfólio. A companhia promete manter o software da Classiq compatível com outras plataformas de hardware. O negócio ainda depende de aprovação dos reguladores, e até lá as duas empresas seguem operando de forma independente.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.intel.com/content/www/us/en/newsroom/news/corporate/intel-classiq-accelerate-scalable-quantum-computing.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Intel Newsroom</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>SK hynix bate recorde e passa de 100 trilhões de wons em receita no trimestre com a demanda de IA</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/sk-hynix-bate-recorde-e-passa-de-100-trilhoes-de-wons-em-receita-no-trimestre-com-a-demanda-de-ia</link>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:32:23 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Hardware</category>
      <description>A fabricante sul-coreana de memória faturou 104,6 trilhões de wons no 3º trimestre de 2026, com margem operacional de 80%, puxada por HBM4 e DDR5 para servidores. A empresa prevê falta de memória até 2030.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A SK hynix, uma das maiores fabricantes de memória do mundo, divulgou em 28 de outubro o resultado do terceiro trimestre de 2026. A receita foi de 104,6 trilhões de wons, a primeira vez que a empresa passa de 100 trilhões em um único trimestre. O lucro operacional chegou a 83,3 trilhões de wons, com margem de 80%, e o lucro líquido foi de 39,8 trilhões de wons.</p>
<p>Em relação ao trimestre anterior, a receita subiu 32% e o lucro operacional, 38%. Segundo a companhia, o desempenho veio da alta nos preços provocada pela demanda por memória para inteligência artificial. Na DRAM, cresceram as vendas de DDR5 para servidores e os embarques de HBM4 ganharam volume. Na NAND, avançaram os SSDs corporativos de 321 camadas usados em data centers.</p>
<p>A SK hynix avalia que a oferta não acompanha o crescimento do mercado: construir fábricas novas leva tempo e os processos mais avançados são difíceis de dominar. Por isso, a empresa espera que a demanda continue maior que a oferta até 2030. Para o quarto trimestre, ela prevê que o HBM4 supere o HBM3E em volume e em receita.</p>
<p>A companhia diz já ter contratos de longo prazo com 14 grandes clientes, entre eles provedores de nuvem, cobrindo mais da metade da produção de 2027 e 2028. Também anunciou que vai aumentar bastante os investimentos no ano que vem, com a entrada em operação da primeira fase do complexo de Yongin.</p>
<p>Na apresentação, o CEO Kwak Noh-Jung contou que a empresa desistiu, por ora, do IPO da subsidiária Solidigm, citando as condições do mercado financeiro. A SK hynix também pagará dividendo de 20 mil wons por ação no trimestre, metade dele um dividendo extra vindo dos ganhos com o investimento na japonesa Kioxia.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://news.skhynix.com/en/q3-2026-business-results/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">SK hynix Newsroom</a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/sk-hynix-bate-recorde-e-passa-de-100-trilhoes-de-wons-em-receita-no-trimestre-com-a-demanda-de-ia/imagem.png" type="image/png" length="0" />
    </item>
    <item>
      <title>Falha em câmeras IP da Intelbras deixava aparelhos offline sem login; atualização já corrige</title>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:22:29 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>A Kaspersky achou um endpoint de atualização de firmware sem autenticação que permite a qualquer pessoa na mesma rede Wi-Fi derrubar câmeras da Intelbras. O firmware R.260804 corrige o problema.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores da Kaspersky revelaram em 28 de outubro uma vulnerabilidade de negação de serviço em câmeras IP da Intelbras. Com ela, qualquer pessoa conectada à mesma rede Wi-Fi do aparelho conseguia tirá-lo do ar sem precisar de usuário e senha. A fabricante já liberou o firmware R.260804, que resolve a falha.</p>
<p>O problema estava na rota usada para atualizar o firmware das câmeras. Essa rota não pedia autenticação e também não conferia se o arquivo enviado era um firmware válido. Uma única requisição fazia a câmera reiniciar e ficar fora do ar por cerca de um minuto. Com requisições repetidas, o aparelho podia ficar offline por tempo indeterminado, cortando o monitoramento ao vivo e o acesso pelo aplicativo.</p>
<p>Os pesquisadores testaram um modelo iM3B-C com firmware v240927. Segundo a Intelbras, o mesmo firmware também é usado nos modelos iMX C, iM4 C, iM5 SC, iME 360 C e iM7+ FC. As câmeras usam uma plataforma de um fabricante chinês, que precisou ser acionado para preparar a correção.</p>
<p>A falha foi classificada como de severidade média, com nota 5,1 no CVSS 4.0, e recebeu um identificador provisório do MITRE enquanto aguarda o CVE definitivo. O impacto potencial é grande: o aplicativo Intelbras Mibo Smart, usado para gerenciar essas câmeras, passa de 4 milhões de downloads, e o Brasil tem a maior base de usuários, à frente de Paraguai, Equador e Colômbia.</p>
<p>A recomendação é verificar qual versão de firmware está instalada e atualizar para a mais recente o quanto antes. Na nova versão, a rota de atualização passa a checar a sessão e os cookies do usuário antes de aceitar o envio de um firmware.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://securelist.com/intelbras-camera-vulnerability/121131/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Securelist (Kaspersky)</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
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      <title>Siri AI passa a funcionar em português com as atualizações 27.2 da Apple</title>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:22:28 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Web &amp; Mobile</category>
      <description>A nova Siri, baseada no Apple Intelligence, chegou em 26 de outubro ao português, francês, japonês, coreano e espanhol, em versão beta no iOS, iPadOS, macOS, watchOS e visionOS 27.2.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Apple liberou em 26 de outubro as atualizações 27.2 de seus sistemas, e com elas a Siri AI passou a funcionar em português. Francês, japonês, coreano e espanhol também ganharam suporte. Até então, a nova versão da assistente só estava disponível em inglês.</p>
<p>A Siri AI é uma versão totalmente refeita da assistente e roda sobre o Apple Intelligence. Ela usa informações pessoais do usuário, como mensagens, e-mails e fotos, para responder pedidos e executar ações em vários apps, como escrever um e-mail do zero ou editar e compartilhar fotos. A assistente também entende o que aparece na tela e consulta conhecimento geral atualizado.</p>
<p>O recurso ainda é beta no iOS, iPadOS, macOS, watchOS e visionOS 27.2. Para usá-lo, é preciso ter um aparelho compatível com o Apple Intelligence configurado em um dos idiomas suportados. A Siri AI não está disponível para menores de 13 anos e, por enquanto, não funciona na União Europeia no iOS, iPadOS e watchOS.</p>
<p>A Apple avisa que alguns recursos que dependem de modelos rodando em seus servidores, como a própria Siri AI, têm limites diários de uso, e que mais acesso será vendido no futuro. Chinês tradicional, norueguês, turco e vietnamita devem ganhar suporte até o fim do ano.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.apple.com/newsroom/2026/10/siri-ai-is-available-in-more-languages-starting-today/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Apple Newsroom</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Apple lança MacBook Pro de 14 polegadas com chip M6 e bateria de até 24 horas</title>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:22:28 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Web &amp; Mobile</category>
      <description>O novo notebook traz CPU e GPU de 12 núcleos, gráficos até 30% mais rápidos que no M5, Wi-Fi 7 e preço inicial de US$ 1.999 nos EUA. A pré-venda começa em 28 de outubro.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Apple anunciou em 27 de outubro o MacBook Pro de 14 polegadas com o chip M6. A empresa afirma que o modelo ganhou desempenho, recursos de inteligência artificial que rodam no próprio aparelho e conexões sem fio mais rápidas.</p>
<p>O M6 vem com CPU de 12 núcleos e GPU de 12 núcleos, duas unidades a mais em cada uma que na geração anterior. Segundo a Apple, os gráficos ficaram até 30% mais rápidos e as tarefas de IA no aparelho, até 25% mais rápidas que no M5. O Neural Engine, agora duplo e com 16 núcleos, seria até 1,9 vez mais rápido.</p>
<p>A memória unificada começa em 16 GB e vai até 32 GB, com largura de banda de até 170 GB/s. A empresa diz que a bateria dura até 24 horas, a maior já registrada em um Mac, e que o carregamento rápido leva a bateria a 50% em 30 minutos com um adaptador compatível.</p>
<p>O notebook também ganhou Wi-Fi 7 e Bluetooth 6, aceita até dois monitores externos e mantém as portas HDMI, MagSafe 3, três Thunderbolt 4, leitor de cartão SDXC e entrada para fone de ouvido. A tela Liquid Retina XDR chega a 1.600 nits de brilho em HDR, com opção de acabamento nanotexturizado.</p>
<p>O aparelho sai de fábrica com o macOS 27 e a Siri AI. Nos Estados Unidos, o preço inicial é de US$ 1.999. A pré-venda começa em 28 de outubro em 35 países e regiões, e as entregas, em 6 de novembro. A Apple ainda não informou preço nem data de lançamento para o Brasil.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.apple.com/newsroom/2026/10/apple-introduces-the-new-14-inch-macbook-pro-with-m6/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Apple Newsroom</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
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      <title>Google DeepMind anuncia Genie 4, modelo de mundo com simulação em tempo real e áudio nativo</title>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:22:28 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Inteligência Artificial</category>
      <description>O Genie 4 gera mundos interativos que podem ser controlados por comandos em linguagem natural e cria som ambiente, música e diálogos na hora. O acesso começou por um grupo restrito de testadores.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O Google apresentou em 27 de outubro o Genie 4, nova versão do seu modelo de mundo, tipo de IA que gera ambientes simulados nos quais é possível interagir em tempo real. De acordo com a empresa, o modelo traz mais realismo que as versões anteriores e passa a produzir áudio nativo.</p>
<p>O Genie 4 se apoia em recursos da família Gemini. O Gemini Omni ajuda a deixar a aparência e o comportamento das cenas parecidos com os do mundo real, enquanto outros modelos Gemini fazem o raciocínio necessário para manter a simulação coerente ao longo do tempo.</p>
<p>Na prática, o usuário pode disparar um acontecimento e guiar a cena com comandos de texto, como mover a câmera, mudar o clima ou colocar novos personagens. Cada mundo também gera som na hora, com ruído ambiente, trilha sonora e diálogos interativos.</p>
<p>O Google trata a simulação de mundos como uma etapa importante rumo à inteligência artificial geral, porque permite treinar robôs e agentes em ambientes seguros. A empresa também vê aplicações em cinema, jornalismo, games e indústria.</p>
<p>Por enquanto, o modelo está liberado só para um grupo limitado de testadores de confiança. Em breve ele deve chegar aos assinantes do Google AI Ultra pelo Project Genie e a parceiros com acesso antecipado na Gemini API e no AI Studio.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://blog.google/innovation-and-ai/models-and-research/google-deepmind/introducing-genie-4/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Google</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Anthropic entra com pedido de IPO na SEC e quer listar ações na Nasdaq como ANT</title>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:22:27 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Inteligência Artificial</category>
      <description>A Anthropic, criadora do Claude, protocolou em 26 de outubro o formulário S-1 na SEC para uma oferta pública inicial de ações Classe A, com negociação prevista na Nasdaq sob o código ANT.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Anthropic, empresa responsável pelos modelos de inteligência artificial Claude, entregou à SEC, a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos, o formulário S-1, documento que dá início ao processo de abertura de capital. O registro foi feito em 26 de outubro e trata de uma oferta pública inicial de ações ordinárias Classe A.</p>
<p>Segundo o comunicado, a intenção é listar os papéis no segmento Nasdaq Global Select Market com o código ANT. A quantidade de ações que será oferecida e a faixa de preço ainda não foram definidas.</p>
<p>Os bancos Goldman Sachs e Morgan Stanley aparecem como os responsáveis por distribuir o prospecto preliminar da operação. A empresa lembra que o registro ainda não entrou em vigor e que as ações não podem ser vendidas antes disso.</p>
<p>O pedido chega poucos dias depois de a Anthropic anunciar que reservaria parte de suas ações para um fundo de benefício público. Caso a oferta se concretize, a companhia passa a ser uma das primeiras grandes desenvolvedoras de modelos de IA de fronteira com ações negociadas em bolsa.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.anthropic.com/news/s1-sec" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Anthropic</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>FCC proíbe nos EUA dois aparelhos com chips de vigilância da Huawei</title>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:40:01 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Transmissor de vídeo sem fio e câmera veicular usam chips da HiSilicon; é a primeira proibição sob regra que veta componentes de empresas da lista de ameaças à segurança nacional.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) anunciou na quinta-feira (22) que não vai permitir a entrada no mercado americano de dois dispositivos fabricados com chips da HiSilicon, subsidiária da Huawei: um transmissor de vídeo sem fio e uma câmera veicular.</p>
<p>Segundo a FCC, a HiSilicon divulga esses chips como projetados para o mercado de vigilância, com algoritmos de detecção de rostos embutidos. O presidente da agência, Brendan Carr, classificou os produtos como potenciais spywares e disse que dispositivos de vídeo com chips de vigilância de empresas da lista representam um risco inaceitável ao país.</p>
<p>É a primeira proibição desde que novas regras entraram em vigor, em 13 de outubro. Elas vetam aparelhos que tenham componentes inteligentes fabricados por empresas da chamada Covered List, a lista oficial de produtos de vigilância, comunicação e tecnologia considerados ameaças à segurança nacional, mantida desde 2019. Antes disso, produtos legais podiam usar peças dessas empresas.</p>
<p>A HiSilicon já constava da lista. A Huawei não respondeu de imediato ao pedido de comentário.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://therecord.media/fcc-bans-devices-huawei-surveillance-chips" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">The Record</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Novo malware Aokigahara rouba sessões de Claude, ChatGPT, Cursor e Copilot</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/novo-malware-aokigahara-rouba-sessoes-de-claude-chatgpt-cursor-e-copilot</link>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:40:01 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Check Point identificou um infostealer que, além de senhas e carteiras de criptomoedas, coleta tokens de ferramentas de IA, chaves SSH e credenciais de nuvem de desenvolvedores.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores da Check Point Research identificaram em circulação o Aokigahara, um novo malware do tipo infostealer, especializado em roubar dados. Uma versão anterior pode ter sido conhecida como Kamidere ou Stygian. O que chama atenção é um módulo dedicado a aplicativos de inteligência artificial e ferramentas de desenvolvimento.</p>
<p>Esse módulo coleta arquivos de autenticação, dados de sessão e configurações de Claude, ChatGPT Desktop, Codex, Cursor, Windsurf, GitHub Copilot e Gemini CLI. O malware também mira credenciais do Git, chaves SSH privadas e arquivos de configuração de AWS, Azure e Google Cloud, além dos alvos tradicionais: navegadores, carteiras de criptomoedas, gerenciadores de senha, VPNs, e-mail, Discord, Telegram e plataformas de jogos como Steam e Roblox.</p>
<p>Para os pesquisadores, isso mostra uma mudança no que os criminosos consideram valioso. Com tokens válidos, um invasor pode usar serviços de IA pagos na conta da vítima, revender o acesso ou ler históricos de conversa e arquivos enviados, que muitas vezes incluem código-fonte e informações sigilosas de empresas — o que abre espaço também para extorsão. A análise, porém, não confirma como os operadores lucram com os dados.</p>
<p>O Aokigahara tem várias técnicas para escapar de análise, como detectar máquinas virtuais, depuradores e ambientes de teste, e pode parar de rodar dependendo do idioma do sistema. A comunicação com o servidor de comando é cifrada, e o malware parece estar em desenvolvimento ativo.</p>
<p>A recomendação da Check Point é tratar credenciais e sessões de ferramentas de IA com o mesmo cuidado dado a senhas do navegador, chaves de nuvem e chaves de desenvolvedor.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://research.checkpoint.com/2026/infostealer-riding-the-ai-train/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Check Point Research</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Oracle corrige 1.209 vulnerabilidades em atualização de outubro, 95 delas críticas</title>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:40:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Pacote trimestral traz 1.295 correções; Fusion Middleware lidera com 206 patches, 134 deles para falhas exploráveis remotamente sem autenticação.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Oracle liberou a Atualização Crítica de Patch (CPU) de outubro de 2026, com 1.295 novas correções distribuídas por dezenas de produtos. Segundo análise da Tenable, o pacote resolve 1.209 vulnerabilidades únicas: 95 de severidade crítica, 439 altas e 582 médias.</p>
<p>O Oracle Fusion Middleware foi o produto com mais correções, 206 no total, das quais 134 tratam falhas que podem ser exploradas remotamente sem login. Também receberam grandes volumes de patches o E-Business Suite (194), Siebel CRM (122), Communications (110), PeopleSoft (109), JD Edwards (102), MySQL (98), Java SE (55) e Supply Chain (50).</p>
<p>A empresa não apontou nenhuma das falhas como explorada em ataques reais, mas lembrou que recebe com frequência relatos de tentativas de exploração contra seus produtos. Um dia depois da atualização, a Oracle publicou ainda um alerta de segurança separado para a CVE-2026-91403, sua resposta, no Java, ao caso dos certificados comprometidos da eMudhra.</p>
<p>Para empresas brasileiras que usam bancos de dados, ERPs e middleware da Oracle, a recomendação é priorizar as falhas críticas e as exploráveis sem autenticação, especialmente em sistemas expostos à internet.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.cisoadvisor.com.br/oracle-corrige-mais-de-1-209-vulnerabilidades-em-outubro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">CISO Advisor</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Capcom confirma vazamento de 11,7 milhões de registros do CAPCOM ID e alerta para phishing</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/capcom-confirma-vazamento-de-117-milhoes-de-registros-do-capcom-id-e-alerta-para-phishing</link>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:40:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Dona de Resident Evil e Street Fighter diz que e-mails, IPs e dados de atividade foram expostos; 196 contas tiveram a senha trocada sem autorização.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A japonesa Capcom, produtora de Resident Evil, Monster Hunter e Street Fighter, revelou um acesso não autorizado ao CAPCOM ID, seu sistema unificado de contas. O incidente atingiu mais de 11,7 milhões de registros em todo o mundo e foi descoberto em 19 de outubro.</p>
<p>Foram expostos endereços de e-mail, detalhes de atividade das contas e endereços IP. Uma parcela bem menor dos registros também incluía dados pessoais, como data de nascimento. Segundo a empresa, informações de cartão de crédito não foram afetadas, e não há confirmação de que senhas escolhidas pelos usuários tenham vazado. Ainda assim, 196 contas tiveram a senha alterada sem permissão e já foram redefinidas.</p>
<p>O número se refere a registros, e não necessariamente a usuários únicos. A Capcom afirma ter bloqueado o método de ataque, mantém jogos e serviços funcionando e vai notificar os clientes afetados, enquanto investiga como as senhas foram trocadas e se houve outras ações indevidas.</p>
<p>O CAPCOM ID pode ser vinculado a contas de PlayStation, Xbox, Steam, Epic Games e Nintendo, o que amplia o interesse de golpistas. Com os dados vazados, mensagens falsas em nome da Capcom tendem a parecer mais convincentes. A recomendação é não clicar em links de e-mails suspeitos, acessar a conta digitando o endereço oficial no navegador, revisar contas vinculadas e ativar a autenticação em dois fatores com um aplicativo autenticador.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.malwarebytes.com/blog/data-breaches/2026/10/resident-evil-maker-capcom-warns-of-phishing-after-11-7-million-records-exposed" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Malwarebytes</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>LiteLLM diz que chave exposta em maio abriu caminho para ataque à cadeia de suprimentos</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/litellm-diz-que-chave-exposta-em-maio-abriu-caminho-para-ataque-a-cadeia-de-suprimentos</link>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:40:00 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Ferramenta open source de IA não revogou uma chave mestra vazada; invasor tomou seus repositórios e publicou versão com malware, baixada cerca de 49 mil vezes.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O LiteLLM, ferramenta open source muito usada por desenvolvedores de inteligência artificial, publicou na sexta-feira (23) a análise de causa do ataque que distribuiu uma versão adulterada do pacote na semana anterior. Segundo o projeto, tudo começou com um arquivo de configuração exposto por engano em maio, que continha a chave mestra de uma ferramenta interna usada para rodar agentes de IA.</p>
<p>A equipe percebeu a exposição na época e removeu o arquivo, mas não revogou a chave. No início de outubro, um invasor ainda não identificado usou essa credencial para acessar as ferramentas do projeto e obter um token com controle sobre todos os repositórios do LiteLLM no GitHub. Depois, contornou vários controles de segurança e publicou a versão 1.107.0 com um malware que coleta credenciais.</p>
<p>De acordo com a empresa de segurança Wiz, o pacote malicioso ficou cerca de duas horas no PyPI, o repositório oficial de bibliotecas Python, e foi baixado aproximadamente 49 mil vezes. Em cerca de quatro horas e meia, o atacante já testava credenciais roubadas da AWS para descobrir quais modelos de IA podia usar — prática conhecida como LLMjacking, em que criminosos usam contas de nuvem alheias para rodar IA e deixam a conta para a vítima.</p>
<p>A Microsoft afirmou que o código malicioso era executado sempre que o Python iniciava na máquina infectada, mesmo que o programa em uso nem dependesse do LiteLLM. O projeto orienta quem instalou a versão comprometida em um computador conectado à internet a considerar todas as credenciais como roubadas e trocar todas as senhas e chaves de acesso alcançáveis a partir dele.</p>
<p>É o segundo ataque à cadeia de suprimentos do LiteLLM em 2026. Em março, versões maliciosas foram publicadas no PyPI em uma campanha atribuída depois ao grupo TeamPCP, e a polícia australiana já indiciou dois suspeitos. Nenhuma organização confirmou publicamente ter sido invadida por causa do novo incidente.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://therecord.media/litellm-hackers-ai-malware" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">The Record</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>IBM transforma acelerador Spyre em backend nativo do PyTorch e do vLLM</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/ibm-transforma-acelerador-spyre-em-backend-nativo-do-pytorch-e-do-vllm</link>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:32:04 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Programação</category>
      <description>Com o torch-spyre e um plugin para vLLM, desenvolvedores podem rodar modelos do Hugging Face no chip de inferência da IBM com o mesmo fluxo de trabalho usado em GPUs NVIDIA.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A IBM concluiu o plano anunciado com a PyTorch Foundation em outubro de 2025 e passou a tratar o Spyre, seu acelerador de inferência de IA, como um backend de primeira classe do PyTorch. O conjunto inclui o torch-spyre, um plugin para o vLLM, melhorias no compilador e testes contínuos de compatibilidade.</p>
<p>O Spyre é um chip de arquitetura dataflow, que dispara o cálculo à medida que os dados chegam às unidades de processamento, diferente das GPUs convencionais. Ele foi projetado para empresas que rodam IA junto de aplicações e dados nos sistemas IBM Z, LinuxONE e Power. A ideia é que esses clientes baixem modelos de repositórios como o Hugging Face e usem praticamente o mesmo fluxo que usariam com GPUs NVIDIA.</p>
<p>Ao adotar o backend Inductor do PyTorch, a equipe reduziu o próprio compilador a cerca de um sétimo do tamanho do sistema anterior, o que facilita incorporar melhorias do projeto principal. Em uma demonstração com o modelo Granite 3.3 8B, otimizações no caminho de dados e de cálculo deixaram a etapa de prefill 1,7 vez mais rápida e a de decodificação 2,4 vezes mais rápida.</p>
<p>No vLLM, a comunidade trabalha em camadas independentes de hardware para manter a portabilidade dos modelos. O caminho foi validado no Spyre com Gemma 4, Qwen3 e Granite 4.2, e, em GPUs H100, essas camadas ficaram a 3,4% do desempenho da implementação nativa. Como o llm-d, sistema de inferência distribuída, se apoia no vLLM, o Spyre também passa a poder receber cargas agendadas por ele.</p>
<p>O trabalho envolveu IBM, Red Hat e outros membros da PyTorch Foundation, como Meta e Hugging Face, e inclui testes de ponta a ponta com modelos reais para detectar quando mudanças no PyTorch quebram o suporte ao hardware.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://research.ibm.com/blog/pytorch-spyre-accelerator-software-ecosystem-updates" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">IBM Research</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>NVIDIA amplia Cosmos com ferramentas para dados, treino e simulação de modelos de mundo</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/nvidia-amplia-cosmos-com-ferramentas-para-dados-treino-e-simulacao-de-modelos-de-mundo</link>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:32:04 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Inteligência Artificial</category>
      <description>Anunciada no GTC Berlin, a atualização traz blueprints do Cosmos Data Factory, variantes Nano do Cosmos 3 para simulação e microsserviços até 2 vezes mais rápidos para IA física.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A NVIDIA ampliou a plataforma Cosmos, voltada a modelos de mundo — sistemas que ajudam robôs e veículos autônomos a entender e simular o ambiente físico. O anúncio, feito no GTC Berlin, inclui novas ferramentas de treinamento, checkpoints para simulação e blueprints do Cosmos Data Factory.</p>
<p>O Cosmos Data Factory reúne recursos para rotular, curar, ampliar e avaliar dados de treino em escala. Ele ganhou cinco blueprints, entre eles geração de conjuntos de dados para veículos autônomos, criação de vídeos sintéticos de eventos raros ou perigosos, imagens de defeitos em placas de circuito, metal e vidro, e alteração de clima e iluminação em gravações existentes. Os pacotes estão disponíveis no GitHub, no Microsoft Azure, na Nebius e na CoreWeave.</p>
<p>Segundo a NVIDIA, a Porsche usa a ferramenta para montar um ciclo compartilhado de dados de direção autônoma entre as marcas do grupo Volkswagen, com expectativa de reduzir em até 90% os test drives físicos repetidos. Já a ANYbotics gerou mais de 1.500 clipes sintéticos para treinar robôs de inspeção industrial a identificar vazamentos.</p>
<p>Na parte de modelos, as ferramentas de ajuste fino, aprendizado por reforço, destilação e quantização passaram a funcionar como agent skills e a atender outros modelos abertos, como GR00T, Alpamayo, Qwen e Pi0.5. Novas variantes Nano do Cosmos 3 permitem testar políticas de carros autônomos e robôs em simulações repetíveis antes de ir para o mundo real.</p>
<p>Os microsserviços NIM do Cosmos 3 foram atualizados e, de acordo com a empresa, entregam inferência até 2 vezes mais rápida sem perda de qualidade nas configurações validadas. O novo blueprint de busca e resumo de vídeo do Metropolis, versão 3.3, promete monitorar 40% mais fluxos de vídeo com a mesma GPU.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://blogs.nvidia.com/blog/cosmos-open-train-evaluate-deploy-world-models/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">NVIDIA Blog</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Claude Platform completa chega ao Google Cloud com cobrança e credenciais do Google</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/claude-platform-completa-chega-ao-google-cloud-com-cobranca-e-credenciais-do-google</link>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:32:03 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Inteligência Artificial</category>
      <description>Nova oferta gerida pela Anthropic, disponível desde 22 de outubro, dá aos clientes do Google Cloud todos os recursos da API do Claude no mesmo dia do lançamento, com faturamento na conta do Google.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Anthropic tornou disponível para todos o Claude Models on Google Cloud em versão gerida pela própria empresa. A oferta dá aos clientes do Google Cloud acesso ao conjunto completo de recursos da Claude Platform, usando as credenciais IAM que já possuem, com cobrança em uma única fatura do Google Cloud e abatimento dos compromissos de consumo já contratados.</p>
<p>A diferença em relação à modalidade que já existia, gerida pelo Google, é a paridade de recursos: novidades e funções em beta chegam no mesmo dia em que aparecem na plataforma nativa da Anthropic. Entre elas estão os Managed Agents, execução de código, uso de computador, agent skills, API de arquivos, citações, busca e leitura na web, conector MCP, cache de prompt e processamento em lote. Os clientes também passam a usar o Claude Console para configurar e monitorar agentes.</p>
<p>Os modelos Claude Fable 5.1, Opus 5.5, Sonnet 5.5 e Haiku 5.5 estão disponíveis, e o modo rápido do Opus 5.5, com geração até 2,5 vezes mais veloz, custa US$ 8 por milhão de tokens de entrada e US$ 40 por milhão de saída. Por enquanto, a oferta funciona com endpoints nos Estados Unidos e globais.</p>
<p>Nessa modalidade, a Anthropic opera o serviço e é a responsável pelo processamento dos dados. Quem precisa que o Google seja o processador, tem exigências rígidas de residência de dados ou quer integrações nativas como Model Armor e Agent Engine deve continuar na versão gerida pelo Google, que segue disponível.</p>
<p>A empresa recomenda que clientes com descontos negociados falem com seus gerentes de conta antes de migrar, já que os descontos não são aplicados retroativamente.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://claude.com/resources/articles/claude-models-on-google-cloud-anthropic-managed" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Claude</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Cloudflare lança gerenciador de chaves pós-quântico que restringe a descriptografia por região</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/cloudflare-lanca-gerenciador-de-chaves-pos-quantico-que-restringe-a-descriptografia-por-regiao</link>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:32:03 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>O novo PQ GeoKey Manager, em beta fechado, usa criptografia híbrida ML-KEM-768 e X25519 para garantir que as chaves dos clientes só sejam abertas em servidores da região escolhida.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Cloudflare colocou em beta fechado uma versão pós-quântica do GeoKey Manager, peça central do seu pacote de localização de dados. O sistema garante que as chaves de descriptografia de um cliente só possam ser usadas por servidores localizados na região geográfica autorizada. A disponibilidade geral está prevista para o primeiro trimestre de 2027.</p>
<p>O alvo é o ataque conhecido como &quot;colher agora, decifrar depois&quot;, em que o invasor guarda dados cifrados hoje para quebrá-los quando houver computadores quânticos capazes. Para governos, bancos, saúde e defesa, cujos dados continuam sensíveis por anos, o risco já existe. A nova versão combina o algoritmo ML-KEM-768, padronizado pelo NIST, com o clássico X25519, de modo que a proteção se mantém enquanto pelo menos um dos dois estiver seguro.</p>
<p>Na arquitetura, cada região tem uma chave raiz simétrica, da qual derivam pares de chaves específicos para cada serviço, como Gateway ou Tunnel. As chaves dos clientes, já embrulhadas, são distribuídas para toda a rede, mas a chave raiz só chega a servidores que provam, via chip TPM e inventário de hardware, que estão fisicamente naquela região. As chaves raiz ficam apenas na memória do kernel, e não em disco.</p>
<p>O desenho é deliberadamente restritivo: se qualquer verificação falhar, a requisição é recusada em vez de a chave ser aberta fora da região. Um pedido destinado à Alemanha, por exemplo, não pode ser processado por servidores na Espanha ou na França. A versão anterior, de 2022, usava criptografia baseada em atributos, mas ainda não existe um esquema pós-quântico desse tipo pronto para produção, o que levou a empresa a um modelo mais simples.</p>
<p>O lançamento faz parte do plano da Cloudflare de migrar todos os seus produtos para criptografia pós-quântica e atende a regras de soberania de dados que exigem processamento dentro de determinados países ou blocos.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://blog.cloudflare.com/post-quantum-geo-key-manager/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Cloudflare Blog</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Empresas brasileiras já podem comprar software no AWS Marketplace com nota fiscal em reais</title>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 12:32:03 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Cloud &amp; DevOps</category>
      <description>Pelo programa AWS Brazil 2P Distribution, a AWS Brasil passa a vender e faturar licenças SaaS de fornecedores estrangeiros com NFS-e em reais e impostos brasileiros já incluídos.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A AWS Brasil começou a revender, com faturamento local, licenças de software como serviço (SaaS) de fornecedores estrangeiros listadas no AWS Marketplace. Pelo programa AWS Brazil 2P Distribution, a subsidiária brasileira atua como vendedora registrada e emite uma nota fiscal de serviços eletrônica (NFS-e) em reais, já com PIS, COFINS e ISS embutidos.</p>
<p>Até agora, comprar software de um fornecedor de fora pelo marketplace significava receber a fatura em dólar e resolver por conta própria a parte tributária. Com o novo modelo, o preço continua exibido em dólar, mas a cobrança sai em reais, convertida pela taxa do dia em que cada fatura é gerada. Em contratos plurianuais ou de consumo, cada fatura usa o câmbio da sua própria data de emissão.</p>
<p>Entram no programa as modalidades SaaS por contrato, contrato com consumo e pagamento por uso. Imagens de máquina (AMI), containers e serviços profissionais ficam de fora, assim como transações feitas por canais parceiros. Só podem comprar empresas com endereço fiscal no Brasil e CNPJ ou CPF cadastrados nas configurações de impostos da conta AWS.</p>
<p>A compra é sempre feita por oferta privada: a AWS Brasil envia a proposta para a conta do cliente, que confere se o campo de origem mostra AWS Brazil e aceita os termos. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito, por fatura (mediante habilitação prévia) ou por ordem de compra emitida para a AWS Brasil.</p>
<p>Para as áreas de compras, a vantagem é concentrar licenças de terceiros na mesma conta e na mesma fatura da infraestrutura, com o acompanhamento de custos nas ferramentas de gestão que a empresa já usa. A AWS lembra que as alíquotas de ISS variam por município e que o PIS/COFINS depende do regime tributário de cada empresa.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://aws.amazon.com/pt/blogs/aws-brasil/compre-no-aws-marketplace-com-faturamento-local-em-reais-pela-aws-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">AWS Brasil</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Nubank processa 1 trilhão de linhas de log por dia com plataforma própria na AWS</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/nubank-processa-1-trilhao-de-linhas-de-log-por-dia-com-plataforma-propria-na-aws</link>
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      <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:03:24 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Dados</category>
      <description>Batizada de Alexandria, a plataforma substituiu uma solução de terceiros, cortou pela metade os custos com logs e recebe 1 petabyte de dados por dia, segundo engenheiros do banco e da AWS.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O Nubank detalhou como construiu o Alexandria, plataforma interna que hoje recebe mais de 1 trilhão de linhas de log por dia, o equivalente a cerca de 1 petabyte de dados brutos. O relato foi publicado no blog da AWS Brasil por engenheiros do banco e da Amazon.</p>
<p>A mudança veio do crescimento acelerado. Em 2021, o banco já processava cerca de 55 TB de logs por dia, volume que crescia quase 100% ao ano, e dependia de um fornecedor externo de logging. Segundo o artigo, mais de 40% dos logs se perdiam no caminho, os custos eram imprevisíveis e trocar de fornecedor exigiria reescrever integrações em milhares de microsserviços.</p>
<p>A nova arquitetura recebe os logs em pequenos lotes usando Amazon S3 e Amazon SQS sobre o Kubernetes gerenciado da AWS (EKS), com ferramentas abertas como Fluent Bit e Karpenter. Os dados são convertidos para o formato Apache Parquet, que comprime cerca de 95%, e consultados em SQL pelo motor Trino, a partir de uma interface montada no Grafana.</p>
<p>Em uso desde meados de 2024, a plataforma reduziu em 50% os custos com logs, suporta picos de 55 GB por segundo e mantém 45 PB pesquisáveis, com retenção de 45 dias. Os engenheiros fazem cerca de 14 mil buscas por dia, e a latência de ingestão fica abaixo de um minuto.</p>
<p>Os próximos passos incluem levar o Alexandria a novas regiões da AWS, com regras de retenção adaptadas a cada país, e usar IA na investigação de incidentes, cruzando logs, métricas e traces.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://aws.amazon.com/pt/blogs/aws-brasil/como-o-nubank-processa-1-trilhao-de-logs-diariamente-na-aws/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Blog da AWS Brasil</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>GitHub já replica 99,99999% dos repositórios no Azure e muda protocolo para levar o resto</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/github-ja-replica-9999999-dos-repositorios-no-azure-e-muda-protocolo-para-levar-o-resto</link>
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      <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:03:23 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Cloud &amp; DevOps</category>
      <description>Pressionado pelo tráfego gerado por agentes de IA, o GitHub detalhou a migração do seu armazenamento Git para o Azure e a mudança na forma de gravar dados que destrava os repositórios mais movimentados.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O GitHub contou que, ao longo do último ano, 99,99999% dos repositórios Git da plataforma passaram a existir em dois lugares ao mesmo tempo: nos data centers próprios da empresa e no Azure, a nuvem da Microsoft. Hoje, a maioria dos repositórios tem duas de suas cinco réplicas no Azure, que já atende cerca de metade do tráfego Git.</p>
<p>Segundo a empresa, o ritmo da migração foi ditado pela chamada virada agêntica: o tráfego cresce rapidamente com o uso de agentes de IA, e os data centers próprios esbarravam no limite de energia da região e em restrições da cadeia de suprimentos. A primeira cópia de um repositório chegou à região Central US do Azure em agosto de 2025.</p>
<p>Ficaram para trás justamente alguns dos repositórios mais movimentados. Hoje cada gravação bloqueia o repositório inteiro e espera a resposta de todas as réplicas, e uma réplica no Azure fica a cerca de 1.600 km dos data centers do GitHub, com 25 milissegundos por ida e volta na rede. Para quem já está no limite de gravações, esse atraso a cada push não é viável.</p>
<p>A solução é trocar o bloqueio do repositório inteiro por um controle por referência, como cada branch. Como agentes e desenvolvedores costumam enviar código para branches diferentes, as gravações deixam de esperar umas pelas outras. Em testes internos com tráfego realista, gravações em referências diferentes tiveram vazão de 3 a 4 vezes maior, com latência menor.</p>
<p>O passo seguinte é separar leitura e escrita, usando o Azure Blob Storage como fonte da verdade e réplicas de leitura criadas sob demanda, já que a maioria dos repositórios recebe entre 100 e 1.000 leituras para cada gravação. O GitHub promete apresentar a arquitetura final na próxima semana, durante o GitHub Universe.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://github.blog/engineering/architecture-optimization/the-bridge-to-agent-scale-git-infrastructure/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">GitHub Blog</a></p>]]></content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>NVIDIA lança Minerva, plataforma que usa IA para monitorar data centers de IA</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/nvidia-lanca-minerva-plataforma-que-usa-ia-para-monitorar-data-centers-de-ia</link>
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      <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:03:23 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Cloud &amp; DevOps</category>
      <description>A plataforma de AIOps cruza dados de GPUs, rede, armazenamento e cargas de trabalho para antecipar falhas e apontar a causa de problemas em clusters com milhares de GPUs.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A NVIDIA anunciou em 22 de outubro o Minerva, uma plataforma de AIOps feita para operar as chamadas fábricas de IA, data centers com grande número de GPUs dedicados a treinar e servir modelos. A proposta é reunir a telemetria da infraestrutura e das cargas de trabalho e usar modelos de IA próprios para transformar esses dados em alertas acionáveis.</p>
<p>Segundo a empresa, nessa escala um único componente degradado pode atrasar um treinamento inteiro, e os sinais costumam passar despercebidos, como uma GPU mais quente que as vizinhas ou um SSD perdendo desempenho sob carga. O Minerva conecta dados de GPUs, rede, armazenamento, agendadores e tarefas e monta um grafo da infraestrutura, o que permite rastrear um treinamento lento até a peça responsável.</p>
<p>A plataforma analisa bilhões de pontos de dados por hora com aprendizado de máquina para aprender o comportamento normal, detectar anomalias e prever falhas. Em vez de disparar cada sintoma separadamente, ela agrupa uma enxurrada de eventos em um único incidente com a causa provável, e oferece um assistente de IA para investigar a saúde do cluster por conversa.</p>
<p>As correções podem continuar nas mãos de uma pessoa ou ser ligadas a automações por meio de APIs. A IREN já usa a plataforma, e Aolani, Bitdeer AI, IBM, Jio, Lambda, Quake AI e Tesla planejam adotá-la; Dell, Lenovo e Supermicro vão oferecer o Minerva em seus portfólios para operação de data centers de IA.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://blogs.nvidia.com/blog/minerva-platform-infrastructure/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">NVIDIA Blog</a></p>]]></content:encoded>
      <enclosure url="https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/nvidia-lanca-minerva-plataforma-que-usa-ia-para-monitorar-data-centers-de-ia/imagem.png" type="image/png" length="0" />
    </item>
    <item>
      <title>Claude Security passa a monitorar repositórios continuamente e acompanhar correções</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/claude-security-passa-a-monitorar-repositorios-continuamente-e-acompanhar-correcoes</link>
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      <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:03:23 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Segurança</category>
      <description>Nova versão da ferramenta de segurança da Anthropic analisa o código conforme ele muda, marca falhas como corrigidas e ganha API e conector MCP. O beta público é para clientes Enterprise.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Anthropic atualizou o Claude Security, ferramenta que usa os modelos Claude para encontrar vulnerabilidades em código. Em vez de depender de uma varredura iniciada manualmente, ela agora acompanha os repositórios conforme o código muda e registra quais problemas foram corrigidos. Segundo a empresa, desde a entrada em beta público, em abril, milhares de organizações usaram a ferramenta para encontrar mais de um milhão de vulnerabilidades.</p>
<p>O processo começa com uma varredura completa e, depois, as mudanças são analisadas periodicamente conforme o risco e a complexidade. Um projeto pode reunir vários repositórios, conectados pelo app do GitHub (inclusive o GitHub Enterprise Server) ou por token do GitLab e de outros provedores, o que permite achar falhas entre serviços, como um backend que confia em uma validação que deveria ter sido feita no cliente.</p>
<p>Quando a correção chega ao código, o problema é marcado como resolvido automaticamente, seja qual for o caminho usado para corrigi-lo; se ele reaparecer, é reaberto. Cada projeto também ganhou uma base de conhecimento, onde a equipe descreve como o sistema é implantado e quais controles já existem, e a ferramenta gera um modelo de ameaças editável que orienta as análises seguintes.</p>
<p>Cada achado traz uma classificação de gravidade e a explicação de como um atacante chegaria ao trecho vulnerável. A versão adiciona ainda uma API para integrar os resultados a outros fluxos, webhooks, controle de acesso por função e um conector MCP para o Claude.ai e o Claude Code.</p>
<p>A novidade está em beta público para clientes do Claude Enterprise. As organizações recebem US$ 25 mil em créditos de uso por mês, durante dois meses, em oferta válida para uso até 31 de dezembro de 2026.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://claude.com/resources/articles/claude-security-now-scans-continuously-and-tracks-fixes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Claude (Anthropic)</a></p>]]></content:encoded>
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      <title>Anthropic lança Claude Duet, app em que o Claude age como agente proativo</title>
      <link>https://kernel.lotmhub.com.br/noticia/anthropic-lanca-claude-duet-app-em-que-o-claude-age-como-agente-proativo</link>
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      <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:03:22 GMT</pubDate>
      <dc:creator>Redação</dc:creator>
      <category>Inteligência Artificial</category>
      <description>Em prévia de pesquisa, o novo app avisa o que precisa de atenção, executa tarefas em segundo plano e pede aprovação antes de agir. O acesso começa por lista de espera nos EUA.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A Anthropic abriu em 21 de outubro uma prévia de pesquisa do Claude Duet, um aplicativo em que o Claude funciona como um agente proativo: ele aponta o que precisa da atenção do usuário, executa as tarefas pedidas e continua trabalhando quando a pessoa se afasta. O público-alvo são profissionais e donos de pequenos negócios.</p>
<p>O app está disponível para iOS, Android e na web, incluído nos planos Pro e Max e com os mesmos limites de uso do restante do Claude. Por enquanto, o acesso é feito por lista de espera e começa pelos assinantes dos Estados Unidos.</p>
<p>Construído sobre o Claude Opus 5.5, o Duet envia de manhã um resumo com os itens mais importantes dos apps conectados e volta a checar as contas a cada poucas horas. Ele roda em uma máquina virtual com navegador próprio, então não depende de computador ou celular ligados, e pode usar mais de 6.000 conectores do Claude Marketplace, como Gmail, Slack, QuickBooks, Stripe, HubSpot e Shopify.</p>
<p>Antes de enviar mensagens, fazer pagamentos, assinar documentos ou apagar algo, o app mostra o que vai fazer e espera a aprovação do usuário. Algumas ações, como negociar ações ou transferir dinheiro entre contas, ficam bloqueadas mesmo com permissão, e um classificador novo impede o compartilhamento de dados como números de cartão de crédito e documentos de identificação.</p>
<p>A própria empresa avisa que esta versão ainda pode interpretar mal uma conversa ou errar a urgência de um assunto, e que tarefas pessoais, como comprar ingressos, não são o ponto forte. As verificações em segundo plano e as tarefas maiores consomem o limite de uso do plano.</p>
<p class="fonte"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://claude.com/resources/articles/claude-duet" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Claude (Anthropic)</a></p>]]></content:encoded>
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